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TST, j. 09/11/1977

ABNT (NBR 6023)

BRASIL. TST. Julgado em 9 nov. 1977.

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Acórdão · 08/11/1977

HORÁRIO DE TRABALHO

ALTERAÇÃO PELO EMPREGADOR

CONDIÇÕES DE SUA LEGITIMIDADE

Recurso
Tribunal
TST

Resumo do acórdão

- O ato praticado pela empresa é nulo, porque, modificando, ao seu talante, o quadro, que é expressão do poder regulamentar, alterou os contratos individuais nos quais já se haviam inserido, como condições ou cláusulas, as disposições do quadro. É a SÚMULA 51 (*) e o art. 468 que incidem. - Alteração só poderia valer para os empregados admitidos após ela. E na unilateral não há que se cogitar de prejuízo: ela é sempre vedada. - Recebe os embargos para determinar que a revista processada e liberada, como de Direito. PROC. TST-E-AI-352/76, Julgado em 09-11-1977 VENCIDO O JUIZ SOLON VIVACQUA E OS MINISTROS FERNANDO FRANCO, HIDELBRANDO BISAGLIA E STARLING SOARES Arquivo do Ementário Forense, TST/617 (*) "AS CLÁUSULAS REGULAMENTARES, QUE REVOGUEM OU ALTEREM VANTAGENS DEFERIDAS ANTERIORMENTE, SÓ ATINGIRÃO OS TRABALHADORES ADMITIDOS APÓS A REVOGAÇÃO OU ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO" (EMENTÁRIO FORENSE", Nº 296, t. REGULAMENTO, st. ALTERAÇÃO PELA EMPRESA). EMENTÁRIO FORENSE. AGOSTO, 1978. ANO XXX . Nº 357

Ementa

É vedado à empresa alterar unilateralmente o seu quadro de carreira, em relação aos empregados que foram admitidos sob as normas regulamentares que se pretende modificar.