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TST, EXTINÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO - QUANDO É DEVIDA, j. 19/12/1984

ABNT (NBR 6023)

BRASIL. TST. Julgado em 19 dez. 1984.

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Acórdão · 18/12/1984

COMPETÊNCIA

JUNTA DE CONCILIAÇÃO E JULGAMENTO

COMPLEMENTAÇÃO — EXTINÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO - QUANDO É DEVIDA

Recurso
Tribunal
TST

Resumo do acórdão

- Conheço pelo primeiro aresto citado ... - O banco foi condenado na "parte correspondente à dobra de duas férias" (...). Entendo, por isso, ter sido reconhecido ao reclamante o valor que complementará o dobro das férias, já que ele não as desfrutou, "preferindo continuar em serviço (...). Essa dobra impõe-se pelo art. 146, da Consolidação das Leis do Trabalho e tendo em vista o preceito da obrigatoriedade do seu gozo (art. 138 consolidado). Impõe-se essa solução, pois se o mesmo ainda persistisse, o que caberia era a fixação compulsória do gozo das férias não usufruídas, conforme dispõe o art. 137, § 1º, da CLT. Nego provimento... . Proc. TST-RR-5.489/83, Julgado em 19-12-1984 Arquivo do Ementário Forense, TST/1.753 EMFOR 440

Ementa

O empregado tem o direito de receber a complementação do dobro das férias, quando da extinção do contrato de trabalho, se ele não as gozou, mas apenas recebeu o valor simples correspondente a elas e continuou a trabalhar.